07 maio 2022

Eduardo Viana


Interior, 1914, óleo sobre tela de Eduardo Viana (1881–1967). Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Lisboa, Portugal

K4, Quadro do Azul, c. 1916, óleo sobre tela de Eduardo Viana (1881–1967). Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal

"La Petite", 1916, técnica mista sobre tela de Eduardo Viana (1881–1967). Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal

A Revolta das Bonecas, 1916, óleo sobre tela de Eduardo Viana (1881–1967). Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Lisboa, Portugal

As Três Abóboras, 1919, óleo sobre tela de Eduardo Viana (1881–1967). Coleção particular

O Homem das Louças, 1919, óleo sobre tela de Eduardo Viana (1881–1967). Coleção particular

Pousada dos Ciganos, c. 1923, óleo sobre cartão de Eduardo Viana (1881–1967). Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Lisboa, Portugal

Nu, 1925, óleo sobre tela de Eduardo Viana (1881–1967). Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Lisboa, Portugal

Nu, 1925, óleo sobre tela de Eduardo Viana (1881–1967). Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal

Ponte D. Maria (Porto), 1925, óleo sobre tela de Eduardo Viana (1881–1967). Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Lisboa, Portugal

Natureza Morta, 1957, óleo sobre tela de Eduardo Viana (1881–1967). Coleção particular


Eduardo Afonso Viana foi, sem qualquer dúvida, um dos maiores pintores portugueses do séc. XX. Nasceu em Lisboa em 1881, frequentou o curso de pintura da Academia de Belas-Artes de Lisboa até 1905 e concluiu os seus estudos em Paris, onde ficou a viver até 1914. De volta a Portugal, por causa da 1.ª Guerra Mundial, fixou residência em Vila do Conde, onde estabeleceu laços de amizade com Robert Delaunay e Sonia Delaunay, que tiveram uma influência marcante na sua obra, assim como com Amadeo de Sousa-Cardoso, que vivia então em Manhufe, Amarante. Em 1925, Eduardo Viana voltou a sair do país e radicou-se primeiro em Paris e depois na Bélgica, onde ficou a viver até 1940. Regressou então a Lisboa em consequência da 2.ª Guerra Mundial e faleceu também em Lisboa em 1967.

Comentários: 3

Blogger Maria João Brito de Sousa escreveu...

É quase envergonhada que confesso ter desconhecido Eduardo Viana até este momento...

Abraço!

07 maio, 2022 11:11  
Blogger Ricardo Santos escreveu...

Também desconhecia :(( !... aliás o nosso grau de ignorância está na medida directamente proporcional em relação às futilidades e banalidades que nos são "injectadas" pelos principais meios de comunicação !

Gostei dos quadros !

09 maio, 2022 15:34  
Blogger Fernando Ribeiro escreveu...

Podemos comparar Eduardo Viana a Almada Negreiros, Amadeo de Sousa-Cardoso, Dórdio Gomes e outros pintores modernistas com os quais ele se relacionou. Ninguém copiou ninguém, mas as influências mútuas são evidentes.

Cara Maria João, ninguém nasce ensinado e eu próprio vou aprendendo imenso com as pesquisas que faço para poder publicar os meus posts.

Prezado Ricardo, as futilidades e banalidades "injetadas" pelos meios de comunicação não são um exclusivo de Portugal. A maior parte dos programas mais estúpidos da televisão portuguesa é importada de países que muitos consideram "civilizados" e "cultos", como a Holanda e a Alemanha. Não, esses países não são mais civilizados nem mais cultos do que Portugal, de maneira nenhuma. Lembrei-me agora de que, quando o nosso país aderiu à Comunidade Económica Europeia, a BBC transmitiu um programa que tinha como título «Portugal: the most civilized of the Europeans».

10 maio, 2022 02:00  

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