21 agosto 2006

Música barroca

O santuário barroco do Bom Jesus, em Braga (Foto: Dias dos Reis)


Carlos Seixas foi um excelente compositor português do século XVIII, que desenvolveu a sua actividade em Coimbra e na corte do rei D. João V em Lisboa. Ouçamos o seu primeiro andamento (Allegro) do Concerto para Cravo e Orquestra em Lá Maior, por Ketil Haugsand e a Orquestra de Câmara Norueguesa.

Johann Sebastian Bach dispensa apresentações. Foi um dos mais geniais compositores de todos os tempos. A sua Ária para a Corda de Sol também faz parte das minhas mais antigas recordações. A Rádio Renascença utilizava-a como tema de um seu programa de meditação.

Em França também se compôs muita e boa música durante o período barroco. Um dos compositores franceses que mais se destacaram naquele tempo foi Marc Antoine Charpentier, autor do Te Deum que começa assim, na interpretação de Wolfgang Huhn, em trompete, acompanhado pela Orquestra de Câmara de Aschaffenburg sob a direccção de Heinz Peter Rausch.

Comentários: 4

Blogger Sony Hari escreveu...

Bach, sempre Bach. Já estou em pré-meditação.

22 agosto, 2006 00:48  
Blogger Denudado escreveu...

Sony Hari, eu hesitei um pouco em incluir Bach nesta lista, porque ele avulta de tal maneira acima dos outros compositores, que estes acabam por ficar injustamente diminuídos.

Pensei em incluir um trecho da Música Aquática, de Händel, por exemplo, mas, pensando melhor, acabei por resolver incluir Bach. Seria imperdoável apresentar música barroca e não incluir Bach.

Os outros compositores (Carlos Seixas, Marc Antoine Charpentier e Gluck) não são maus; são até muito bons. Mas o Bach é superlativo.

P.S. - Este é que é o trecho da Música Aquática, de Georg Friedrich Händel, que eu tinha pensado em incluir na lista.

22 agosto, 2006 10:50  
Blogger Carlos escreveu...

«Bach é superlativo» - e, parafraseando Pascal, as particulares razões afectivas têm razões que a razão geral desconhece.

25 maio, 2007 09:54  
Blogger Denudado escreveu...

Prezado Carlos,

Eu tenho particulares razões afectivas em relação à Dança dos Espíritos Sagrados, de Gluck, e não à música de Bach. Eu acho que Bach é superlativo, porque gosto mesmo muito da música dele. No domínio da música barroca, e não só, gosto mais da música de Bach do que da de qualquer outro compositor, com excepção da peça referida.

Um abraço

25 maio, 2007 23:32  

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