07 setembro 2006

Uma aguarela do rei D. Carlos


Praia de Cascais, de Carlos de Bragança (1863-1908), Casa-Museu Anastácio Gonçalves (em frente à Maternidade Alfredo da Costa), Lisboa

Comentários: 4

Blogger planaltobie escreveu...

Um bom vivant, mas aguarelista!
...E o Zambeze não nasce em Angola, dá por lá uma volta. Mas quando chega ao Botswana, ...que tem um planalto e ele não consegue subir nem morrer nas areias, volta a dar uma curva para se desviar. Se o Cubango faz o mesmo... creio que seria maior que o Zambeziiii.

09 setembro, 2006 00:53  
Blogger Denudado escreveu...

Realmente (no duplo sentido da palavra...), D. Carlos não foi só um bon vivant. Como se vê, tinha uma apurada sensibilidade artística e foi também um cientista de reconhecido mérito, que desenvolveu um importante trabalho no domínio da investigação marítima. O seu assassinato foi uma grande perda, tanto para a Arte como para a Ciência.

Quanto ao Zambeze, tens toda a razão. Eu bem disse que os meus conhecimentos de Geografia podiam estar baralhados... O Zambeze nasce num cantinho da Zâmbia que fica encostado a Angola, mas que é território zambiano apesar de tudo.

09 setembro, 2006 17:39  
Anonymous mifares castellan escreveu...

__ ... y, quizas, un grand democrata pero que hay permitido la democracia partidaria, porsupuesto el partido republicano de afonso costa terias ganas de vencer las elecciones.

27 outubro, 2006 01:18  
Blogger Denudado escreveu...

Prezado Mifares Castellan, eu não tenho tanta certeza assim sobre o eventual espírito democrático do rei D. Carlos.

A democracia partidária, herdou-a ele do seu pai, o rei D. Luis. Por outro lado, D. Carlos teve durante alguns anos um primeiro-ministro, chamado João Franco, que de democrata tinha muito pouco. Alguns historiadores falam mesmo em "ditadura de João Franco".

28 outubro, 2006 00:44  

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