28 outubro 2026

Concurso de fotografia Nikon Small World 2026


Primeiro prémio. Visão microscópica da deposição de gotículas de tinta provenientes do tinteiro de uma impressora de jato de tinta sobre uma folha de papel, ampliada 20 vezes. A obtenção desta fotografia só foi possível após um laborioso processo de desmontagem de uma impressora, para se poder fazer o deslocamento de um tinteiro sobre uma folha de papel imóvel. A explicação detalhada da feitura desta fotografia encontra-se, em inglês, em https://www.nikonsmallworld.com/masters-of-microscopy/ole-bielfeldt (Foto: Ole Bielfeldt)
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Nikon Small World é o título de um concurso internacional de microfotografia (tanto em imagens fixas como em vídeo), promovido pela marca japonesa Nikon (passe a publicidade). A seguir se mostram algumas das fotografias premiadas no concurso de 2026, publicadas pela própria Nikon em https://www.nikonsmallworld.com. Escolhi estas imagens, como poderia ter escolhido outras.


A ponta de uma esferográfica ampliada 20 vezes (Foto: Justin Theodore Benttinen)
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Larva de um ouriço-do-mar com 20 dias de idade apresentando núcleos fluorescentes azuis, ampliada 20 vezes (Foto: Svenja Carolin Kling)
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Um rebento de flor de margarida brihando com a sua autofluorescência natural, ampliada 4 vezes (Foto: Jan Martinek)
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Uma pedra preciosa do Brasil chamada granada espessartina erodida naturalmente pela água, ampliada 20 vezes (Foto: Justin Theodore Benttinen)
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Um par de embriões de peixe-zebra, ampliado 60 vezes (Foto: Dr. Dylan T. Burnette e Dr. James Hayes)
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Um cálculo renal (pedra do rim) com uma acumulação mais suave num lado e um acentuado crescimento cristalino no outro, ampliado 10 vezes (Foto: Saulius Gugis)
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Um tardígrado Hypsibius exemplaris, ampliado 40 vezes. Os tardígrados são minúsculos animais de aspeto insignificante (um adulto tem um comprimento de até meio milímetro), mas que constituem um dos mais espantosos fenómenos da Natureza. Quase poderíamos dizer que estes animais são indestrutíveis: sobrevivem a temperaturas que variam desde quase o zero absoluto (cerca de -273 graus Celsius) até aos 150 graus Celsius, resistem a pressões de até seis mil atmosferas, suportam radiações ionizantes que reduziriam um ser humano a cinzas, conseguem manter-se desidratados durante quase dez anos (apesar de viverem habitualmente na água), mantêm-se vivos quando colocados no vácuo do espaço sideral durante dez dias, etc. Contudo, são inofensivos para o ser humano (Foto: Dr. Gonzalo Quiroga Artigas)
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